Iyá Boaventura
Pintura
- Participação
- Artista
- Na feira
- Obras à venda, com preço informado no local
- Ateliê aberto
- dia e horário a definir
- @iyaboaventura
Biografia
Emoções densas que são veladas: esse é o mote da artista baiana IYÁ BOAVENTURA. Iyá transforma em arte esses sentimentos para que quem veja sua obra saiba que não está só. Em suas criações, explora temas como o amor e suas urgências, as dores do afeto, a melancolia, a religião, a identidade e a nostalgia em cenas que transitam entre o lúdico e o onírico. Sua investigação na pintura se deu como transbordamento de seu processo de escrita.
Iyá é autodidata, não possui formação acadêmica e sua técnica na pintura foi se constituindo por meio de experimentações iniciadas com tinta guache e com o reaproveitamento de telas descartadas de antigos projetos escolares. Os materiais que utiliza, tinta PVA, tinta acrílica e tecido, reforçam a singularidade que marca o estilo da artista.
Iyá Boaventura teve trabalhos expostos em coletivas de relevantes museus da cidade de Salvador — uma de suas obras compõe o acervo do MAC-Bahia — e foi uma das indicadas ao Prêmio PIPA 2026. No mesmo ano, foi uma das contempladas na edição de estreia do Prêmio ZABUMBA — arte contemporânea regional, integrando a 5ª ART.PE – Feira de arte Contemporânea de Pernambuco.
Declaração do artista
Meu nome é Iyá Boaventura, minha jornada com a arte se iniciou há 3 anos e desde então busco investigar as minhas próprias melancolias e sentimentos… sentimentos esses que normalmente são negados pelos “ser humano”, como por exemplo: rejeição, dor de amor e etc. Costumo expor isso sobre mim pra quem enxerga perceber que não está só. Gosto de pensar minhas obras como um segredo que faço questão de expor. Desde o início uso apenas tinta PVA sob algodão cru, porém iniciei recentemente um projeto com gesso e miçangas azuis que tem tomado forma.
Ficha técnica
algumas feridas que me protegem, 2024, tinta acrílica sobre papel Pará, 102 × 77 cm
como pode dizer ao seu amigo: “deixe-me ajudar a tirar o cisco do seu olho”, se não consegues ver o tronco em seu próprio olho, 2024, tinta acrílica sobre papel Pará, 102 × 77 cm
Me juntei ao mar pra entender mais sobre água que bate em pedra, me juntei ao mar pra entender mais sobre as coisas que vem do coração, me juntar ao mar pra ver mais de perto as águas levando aqui que era pra ser meu e não foi (flecha que despara e nunca chega), 2024, tinta acrílica sobre algodão cru, 97 × 79 cm